TikTok: 83% dos usuários desdenha de ligação do app com governo chinês

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump assinou uma ordem executiva que paralisaria o aplicativo de vídeo de vídeos curtos TikTok ao proibir as lojas de aplicativos, empresas de cartão de crédito e fornecedores de software dos EUA de trabalhar com a plataforma.

Apesar da proibição iminente, a maioria dos usuários do aplicativo permanece fiel, não quer que o TikTok desapareça e não está interessado em nenhuma das alternativas.

O TruePublic entrou em contato com 10.562 internautas da Geração Z e Geração Y com idades entre 16 e 35 anos sobre como eles se sentem sobre a proibição do TikTok, e os usuários não estão satisfeitos.

Dos entrevistados, 51% ficaram chateados com a proibição e apenas 21% a apoiaram. Outros 28% responderam que não se importavam de qualquer maneira.

Usuários não ligam para coleta de dados do TikTok

O mais interessante é o fato de que 83% dos usuários não estão preocupados o suficiente com a possibilidade de o governo chinês coletar seus dados pessoais para considerar a exclusão do aplicativo.

Apenas 41% dos entrevistados disseram que o TikTok deveria ser banido por causa dos riscos à privacidade.

TikTok: 83% dos usuários desdenha de ligação do app com governo chinês
Foto: Visual Hunt

As pessoas não estão muito interessadas nas alternativas americanas ao TikTok. Quando questionados se os usuários mudariam para outra coisa, 28% nomearam Triller e 27% nomearam Byte.

Substitutos

No entanto, 45% dos entrevistados disseram que usariam outro aplicativo não especificado ou nenhuma das alternativas. Quando questionados especificamente sobre TikTok versus Triller, os entrevistados escolheram predominantemente TikTok (88 por cento).

A popularidade doa plataforma de vídeos curtos é impulsionada pela juventude, mas isso não significa que é a sua plataforma de mídia social favorita.

De acordo com a pesquisa da TruePublic, 49% dos entrevistados da Geração Z preferem o Instagram, seguido pelo Snapchat (22%), o TikTok (16%) e o Facebook (13%).

Vale salientar que o aplicativo pretende entrar na justiça para recorrer da determinação de Trump, bem como há boatos de uma negociação com a Microsoft a fim de driblar o bloqueio imposto pelo atual presidente.

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